terça-feira, 14 de junho de 2011

" Cadê o meu Joystick? "

Nesse tema, será abordado o impacto que o dispositivo tecnológico em questão (Kinect) trouxe à tona para o vídeo-game no cenário da Cibercultura. Para refletirmos, vamos retroceder à Cultura das Mídias e analisar como isso está sendo percebido no contexto contemporâneo. Veremos isso em duas partes.

Parte1: “ Eras Douradas do joystick”.

A Cultura das Mídias, iniciando um modelo segmentado de comunicação, tem o marco com o surgimento de tecnologias disseminadoras: fax, xerox, controle-remoto, vídeo-game, entre outras- a que nos convém é o vídeo-game. Desde o surgimento, seu manuseio é feito apenas por controles, chamados de joysticks, que são peças raras hoje- não que eles foram extintos, mas suas capacidades foram potencializadas (o controle atual poder ser wi-fi é uma entre as demais). O joystick- assim como os atuais controles de vídeo-game- servia de extensão humana para maquínica; exercia um papel mediador entre você e o jogo- você direcionava o personagem, e este, por sua vez, não ia além de uma representação sua dentro do jogo- ou seja, o personagem era uma espécie de marionete que obedecia ao seu comando. Veja no link seguinte como essa tecnologia que vista como ultrapassada para nós, era vista naquela época: http://migre.me/53DS8

Igual ao joystick, no papel de extensão humana, pode-se comparar o mouse para informática. Tal dispositivo nos serve de “braço” na interface gráfica vista nos computadores (a GUI). É por ele que somos capazes de manejar e conduzir informações no chamado espaço-informação; serve de elemento principal para que se crie a interatividade.

Mas, ao decorrer do tempo, avanços tecnológicos foram surgindo e, com eles, novas capacidades que aproximam a máquina do humano. Veja a parte 2 e observe os efeitos do dispositivo Kinect, criado pela Microsoft.

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