quarta-feira, 15 de junho de 2011

Novas tecnologias, novos costumes



Já parou para imaginar como seria a vida sem o leite de caixinha? E sem a lâmina de barbear ou o barbeador elétrico?

É possível viver sem algumas tecnologias, ou “luxos”, como alguns imigrantes tecnológicos costumam dizer, mas o tempo que se levaria para praticar algumas ações que estamos acostumados seria maior, bem maior.




O vídeo a seguir é uma paródia, que ironiza a vida sem internet. Práticas comuns que exercemos hoje no ciberespaço, seriam vistas com desconfiança ou se quer seriam aceitas.


Ninguém, ou quase ninguém tem mais o costume de sentar no sofá, abrir os classificados e usando um marca texto verde florescente selecionar uma vaga de emprego, um apartamento ou carro. É muito difícil sair de casa, rumo ao desconhecido, sem dar uma olhadinha antes no Google Maps. Juntar os amigos para uma incrível partida de Banco Imobiliário? Quase impossível.


A questão não é que a internet seja um “outro mundo”. A internet faz parte desse mundo. Um mundo que não se pode dizer que fique paralelo a esse, mas sim sobreposto.

No filme Matrix, o usuário precisaria de ficar preso a uma cadeira para acessar a Matrix (o outro mundo). Era necessário estar parado/estático, e se por acaso fosse desconectado por acidente (Internet discada. oi?!) morreria.


Nossa realidade é totalmente móvel e estamos circulando nos dois mundos constantemente e ao mesmo tempo.

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