terça-feira, 14 de junho de 2011

Novas Tecnologias, Novas Capacidades?

O tema escolhido pelos membros do blog foi “Kinect: Novas Interfaces”, tendo como missão apresentar uma nova forma de mediação que é vista pelo dispositivo e discutir sobre os entraves ultrapassados- nos âmbitos de corpo e tecnologia- com o uso dessa tecnologia senciente. O trabalho feito também irá levantar questões sobre a mobilidade no contexto da Cibercultura, reiterando que o espaço-tempo neste cenário mostra, cada vez mais, uma ubiqüidade por parte dos indivíduos devido ao aparecimento- ou aprimoramento- de tecnologias que nos permitem estar conectados à rede em qualquer lugar e qualquer instante.

Visto isso, os posts nos servirão de base para uma análise crítica dessas questões, mas nunca querendo afirmar ou negar que a tecnologia veio para exterminar com as antigas, e nem dizer que surgiu como solução; o objetivo, mais uma vez, é refletir seus impactos causados em nosso cotidiano.

Para clarear uma reflexão de tecnologias sencientes, vale aplicar exemplos, de maneira breve, que talvez não sejam percebidos no dia-a-dia. Já parou para observar como é feito o sistema de passe livre no pedágio? Então, ao passar dirigindo, o sistema tende a reconhecer o seu veículo através de sensores que captam o cartão de identificação do carro- olha a tecnologia sendo capaz de “sentir” a presença humana, em um espaço sobreposto (ciberespaço). Falando de ubiqüidade, basta analisarmos como éramos há uns anos atrás com a internet. Para nos conectarmos através do PC, a alternativa talvez mais viável era a internet discada. Hoje, vivemos um “mundo sem fio” (Wi-fi, 3G, Bluetooth), onde estamos conectados através de celulares, palms, computadores portáteis e etc. Todas essas tecnologias móveis colocam, também, pessoas em fluxo, não apenas os dados de informação.

Observamos o surgimento de algumas transformações e mudanças: novas experiências, reodernações e reconfigurações das máquinas; porém não foram apenas nas máquinas, a nossa percepção também mudou. “Mudou o modo como usamos as nossas máquinas, mas mudou também o modo como as imaginamos”. (JOHNSON, S. A Cultura da Interface)

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